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ASENSE é credenciada como Empresa Estratégica de Defesa e reforça a soberania tecnológica do Brasil

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Movimento busca elevar padrões do setor

Por Daniel Gullino (15 set 2026)

Empresas do mercado de segurança e defesa se uniram para lançar o Movimento NITI (Núcleo de Inovação e Tecnologias Integradas). A iniciativa busca estimular a integração entre empresas, profissionais e tecnologias e contribuir para a evolução dos padrões do setor no Brasil.

O ecossistema conta com a MODUS, dedicada à formação e capacitação profissional; a MTI, em radiocomunicação; a MAXTEL, em controle de acesso e tecnologias de conexão; a A\SENSE, em defesa perimetral de alta complexidade; a Aeroscan, em inteligência e monitoramento aéreo por drones; a Easy5 Control, em automação de controle de acesso e integração; e a Planet Techno, com tecnologias voltadas às necessidades do mercado.

A proposta é criar um ambiente em que as empresas possam compartilhar conhecimento e demonstrar como diferentes soluções podem funcionar de maneira coordenada. Na prática, uma operação de segurança pode combinar circuito fechado de televisão, defesa perimetral, drones, radiocomunicação, controle de acesso e automação em uma mesma arquitetura.

Um alerta identificado por um sistema de detecção, por exemplo, pode ser associado ao videomonitoramento, comunicado às equipes responsáveis pela operação por meio de radiocomunicação e, dependendo da configuração, desencadear uma ação automatizada.

Além da aproximação entre empresas, a iniciativa prevê a criação de uma comunidade voltada à atualização profissional e ao acompanhamento das transformações tecnológicas e regulatórias do mercado.

Outra frente prevista pelo movimento é a criação do Selo/Certificação NITI, destinado a reconhecer participantes que atendam aos critérios definidos pela iniciativa. Os parâmetros, critérios de avaliação, processo de auditoria e demais condições para concessão do selo ainda estão em definição.

Entre os nomes à frente da iniciativa está Clayton Magno, diretor executivo da MODUS Centro de Formação de Vigilantes. A criação do movimento partiu de uma constatação sobre as mudanças pelas quais passa o mercado: a formação dos profissionais de segurança precisa acompanhar a evolução tecnológica das operações.

Segundo Magno, o modelo tradicional de capacitação, baseado exclusivamente em procedimentos operacionais, já não responde às necessidades de uma atividade cada vez mais apoiada por sistemas tecnológicos.

“O NITI nasce para aproximar o mercado da prática. Para permitir que profissionais e empresas conheçam tecnologias, entendam como elas se integram à operação e, principalmente, estejam preparados para tomar decisões melhores”, afirma Magno.

A integração de tecnologias é vista como essencial para o sucesso no setor.

“Hoje, o desafio não é a falta de tecnologia, mas a falta de integração entre elas. Uma operação madura precisa conectar defesa perimetral, CFTV, controle de acesso, radiocomunicação, drones e automação para que a informação circule e gere uma resposta coordenada. Quando essas camadas trabalham de forma isolada, aumenta o ruído e perde-se tempo. Quando trabalham juntas, a operação ganha precisão, previsibilidade e capacidade de resposta”, afirma Hamilton Luiz, CEO da A\SENSE.

Leia mais em: https://veja.abril.com.br/brasil/empresas-de-seguranca-e-fabricantes-de-tecnologia-de-defesa-se-unem-para-ampliar-integracao-tecnologica/

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